Resumo: O presente artigo analisa as respostas governamentais e institucionais que viabilizaram a continuidade do ensino em Instituições de Ensino Superior (IES) públicas na América Latina durante a crise da COVID-19. Sob uma abordagem qualitativa interpretativa, a investigação utilizou a Análise Temática de Braun e Clarke para examinar marcos regulatórios e ferramentas digitais adotadas em países como Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Os resultados indicam que, embora o Ensino Remoto Emergencial (ERE) tenha garantido o direito à educação, ele consolidou uma dependência estrutural de ecossistemas digitais proprietários (Big Techs). Conclui-se pela necessidade premente de Protocolos de Ação Emergencial (PAE) que priorizem a soberania digital e recursos educacionais abertos.
Palavras-chaves: América Latina, Políticas Educacionais, Ensino Remoto.
Para ler o artigo completo, é clicar no seguinte link: https://revistaeduca.com.br/index.php/EDUCA/article/view/155/54
Nenhum comentário:
Postar um comentário